Marketing de Conteúdo
Um fluxo humano ajuda a detectar erros, fontes falsas e trechos genéricos.
Um texto pode soar convincente e ainda conter estatísticas inexistentes ou recomendações fora de contexto. Em saúde, finanças e direito, esses erros exigem atenção redobrada.
Compare afirmações com fontes confiáveis, avalie se o texto atende ao público e edite trechos imprecisos ou genéricos. Só publique após aprovação de alguém responsável.
Verifique números, nomes, datas, citações e orientações em fontes adequadas. Separe fatos de interpretações e preserve limites importantes; escrita fluida não confirma que algo é verdadeiro.
Abra cada referência e confirme que sustenta a afirmação atribuída. Links ativos não bastam: confira títulos, autores e contexto, pois uma bibliografia com aparência acadêmica pode ser falsa.
Compare cada parágrafo com a necessidade do leitor. Corte ideias repetidas e substitua conselhos intercambiáveis por exemplos pertinentes, detalhes verificáveis e limites claros, apoiados em fontes confirmadas.
Investigue trechos reconhecíveis, atribua ideias e citações e respeite regras aplicáveis. Detectores de IA não comprovam autoria nem originalidade; diante de dúvidas, compare fontes e reescreva ou cite.
Consulte políticas editoriais, exigências legais ou profissionais e regras das plataformas. Quando o uso de IA afetar a compreensão da origem ou confiabilidade, uma explicação transparente pode ser apropriada.
Confirme fatos, datas, números, nomes, citações e links; avalie contexto, público, originalidade e regras de divulgação. Se um ponto crítico não puder ser confirmado, suspenda a publicação.
Detectores podem apontar padrões associados a textos gerados por IA, mas não confirmam quem escreveu. Corrigir a gramática também não basta: é preciso checar fatos, fontes e adequação ao público.
Revisar conteúdo de IA combina checagem, edição e aprovação editorial. Publique apenas quando uma pessoa responsável puder sustentar as afirmações e responder por aquilo que será divulgado.
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